Imagem gráfico Transparencia OKBRO Amazonas subiu 53 pontos, saltou 11 posições e alcançou o segundo lugar no Índice de Transparência da Covid-19, divulgado pela instituição Open Knowledge Brasil (OKBR).  Boletim divulgado pela organização, na sexta-feira (12/6), citou a reformulação do painel, que é o Portal da Transparência; a inserção de novas informações e a possibilidade de download dos microdados em formato aberto como melhorias significativas que impulsionaram o resultado positivo.

O levantamento é divulgado semanalmente e tem o objetivo de avaliar a qualidade dos dados e informações relacionados à pandemia do novo coronavírus, em cada Estado. Para a OKBR, nesta avaliação, o Amazonas foi considerado como destaque, entre os demais Estados, pelas melhorias efetuadas no Portal da Transparência. O Boletim da OKBR pode ser acessado através do link transparenciacovid19.ok.org.br/files/Transparencia-Covid19_Boletim_11.pdf e a classificação dos Estados pode ser visualizada neste endereço eletrônico: transparenciacovid19.ok.org.br

No Índice mais recente, o Amazonas ocupa o segundo lugar no ranking da transparência, com 98 pontos e nível alto em divulgação dos dados sobre a Covid-19. No período de 4 a 10 de junho, o Amazonas ocupava a 14ª classificação, sendo considerado em nível médio em transparência, com 45 pontos. 

Para o Controlador-Geral do Estado, Otávio Gomes, o resultado positivo mostra a preocupação do Governador do Amazonas, Wilson Lima, e do Vice-Governador, Carlos Almeida, em melhorar a transparência das informações ao cidadão amazonense.

“O avanço nos resultados da transparência mostra o esforço que o Governo do Estado concentra na busca de ferramentas que gerem a melhor apresentação dos dados epidemiológicos relacionados ao novo coronavírus no Amazonas. É um trabalho que conta com a atuação dos órgãos de saúde e de transparência. Buscamos alcançar o primeiro lugar na transparência”, informou o Controlador.

 

Critérios

Na avaliação entre os Estados a OKBR utiliza os seguintes critérios:

Conteúdo: São considerados ítens como idade, sexo e hospitalização dos pacientes confirmados, além de dados sobre a infraestrutura de saúde, como ocupação de leitos, testes disponíveis e aplicados.

Granularidade: Avalia se os casos estão disponíveis de forma individual e anonimizada; além do grau de detalhamento sobre a localização (por município ou bairro, por exemplo).

Formato: Consideram-se pontos positivos a publicação de painéis analíticos, planilhas em formato editável e séries históricas dos casos registrados.